Os 20 melhores filmes para ver no Dia da Mãe (a sós ou em família)

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Fundadora do projeto Mães às Claras.

Aqui ficam as nossas sugestões de melhores filmes para ver no Dia da Mãe, por categoria: filmes para ver a sós, filmes para ver com as filhas, filmes para ver em casal e os clássicos portugueses que nenhuma mãe deve perder.

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O Dia da Mãe merece uma celebração à medida — e se o plano é passar a tarde no sofá com uma manta quentinha, uma chávena de chá e um bom filme, estamos completamente a favor.

Seja a ver um clássico que te põe sempre a chorar, a descobrir uma série nova com as tuas filhas, ou a deixar a família escolher algo que te faça rir à gargalhada até os teus maxilares te doerem — o cinema em casa é uma das formas mais simples e mais genuínas de festejar.

Aqui ficam as nossas sugestões por categoria: filmes para ver a sós, filmes para ver com as filhas, filmes para ver em casal e os clássicos portugueses que nenhuma mãe deve perder.

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Para chorar (a sós ou com as filhas)

Mamma Mia! (2008)

Um clássico absoluto da celebração da maternidade, da amizade feminina e dos ABBA. A Meryl Streep está radiante, a Grécia parece um sonho e é impossível não cantarolar. Para um Dia da Mãe com boa disposição garantida — e talvez algumas lágrimas no fim.

A Filha Perdida (The Lost Daughter, 2021)

Uma das representações mais corajosas e incómodas da maternidade alguma vez filmadas. Olivia Colman interpreta uma mulher que, durante umas férias solitárias, é confrontada com as memórias da sua própria maternidade — imperfeita, ambivalente e profundamente humana. Maggie Gyllenhaal realizou uma obra que fica. Não é um filme fácil, mas é um filme necessário.

Mães Paralelas (Madres Paralelas, 2021)

Almodóvar a falar de maternidade com toda a intensidade que só ele consegue. Penélope Cruz está deslumbrante como uma fotógrafa que dá à luz no mesmo dia que uma adolescente — e cujas vidas ficam ligadas de formas inesperadas. Sobre memória, identidade, culpa e o amor que não segue as regras. Uma obra-prima contemporânea.

Tully (2018)

Charlize Theron num papel que devia ter ganho todos os prémios: uma mãe de três filhos no limite do esgotamento, a quem o marido oferece uma ama noturna chamada Tully. Escrito por Diablo Cody com uma honestidade brutal sobre o quarto trimestre e o peso invisível da maternidade. O final surpreende e ressoa muito depois de o filme acabar.

Mata-te, Amor (Die My Love, 2025)

Jennifer Lawrence numa atuação devastadora como uma mulher que luta contra a depressão pós-parto enquanto tenta manter a vida de família intacta. Realizado por Lynne Ramsay com a sua intensidade visual característica, este é um filme que não romantiza a maternidade — e por isso mesmo diz mais sobre ela do que a maioria. Estreado em Cannes 2025.

Motherhood (2009)

Uma comédia dramática que retrata com honestidade brutal — e muita ternura — o caos lindo e esgotante de ser mãe. Katherine Heigl encarna uma mãe de Nova Iorque a tentar escrever um texto sobre a maternidade enquanto gere o caos do seu dia. Reconhecível ao segundo.

Laços de Ternura (Terms of Endearment, 1983)

O filme sobre mães e filhas que define todos os outros. Ganha Oscars, parte corações e diz tudo o que há a dizer sobre esta relação complexa, intensa e absolutamente irreplicável. Aviso: lenços obrigatórios — e é melhor teres a caixa inteira à mão.

Lady Bird (2017)

Um dos retratos mais honestos da relação mãe-filha alguma vez filmados. Adolescência, conflito, incompreensão e amor — tudo ao mesmo tempo. Saoirse Ronan e Laurie Metcalf são absolutamente magnéticas. Se tens uma filha adolescente, vê este filme com ela. Depois conversem.

Encanto (2021)

Para ver com os mais novos — e chorar mais do que eles. A história da família Madrigal é, no fundo, uma história sobre o peso das expectativas que as mães carregam e transmitem, e sobre o amor que existe mesmo quando é imperfeito. “What Else Can I Do?” e “Surface Pressure” vão ficar na tua cabeça durante semanas.

Para rir (muito)

Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé (If I Had Legs, I’d Kick You, 2025)

Uma comédia negra e desconcertante com Rose Byrne como uma mãe exausta que, durante uma consulta de terapia, começa a questionar tudo — a maternidade, o casamento, a sua própria identidade. Hilariante, desconfortável e surpreendentemente emocionante. Para mães que já pensaram “e se simplesmente… não?” — e que precisam de saber que não estão sozinhas nesse pensamento.

Louca por Compras (Confessions of a Shopaholic, 2009)

Leve, colorido e absolutamente irresistível. Não é sobre maternidade — é sobre a tua versão de ti própria antes dos filhos. Um Dia da Mãe também pode ser sobre isso.

Mães à Solta (Bad Moms, 2016)

Três mães que chegam ao limite do que conseguem dar e decidem simplesmente… parar. De tentar ser perfeitas, de fazer tudo, de agradar a toda a gente. É uma comédia, é exagerada, e tem momentos absolutamente geniais. A sequela (A Bad Moms Christmas) é boa para ver a seguir.

Os Garotos da Minha Vida (Riding in Cars with Boys, 2001)

Uma comédia agridoce sobre criar filhos e tentar não te perderes a ti própria no processo. Reconhecível em cada cena, com momentos de humor genuíno e aquela ternura específica das histórias sobre famílias imperfeitas que se amam à mesma. Para as mães de rapazes — que sabem exatamente o que é o caos organizado de ter filhos por todo o lado.

Tootsie – Quando Ele Era Ela (1982)

Dustin Hoffman disfarçado de mulher para conseguir um papel de atriz — e a perceber, pelo caminho, o que é ser tratada como as mulheres são tratadas. Uma comédia inteligente que envelhece muito bem.

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Clássicos portugueses para o Dia da Mãe

A Canção de Lisboa (1933)

O filme mais querido do cinema português de sempre. Não é diretamente sobre maternidade, mas é sobre família, sobre Lisboa, sobre aquele Portugal que ainda existe na memória das avós. Uma forma bonita de celebrar as raízes.

Belarmino (1964)

Um documentário sobre um pugilista lisboeta — mas também um retrato de uma Lisboa de mães que trabalham, que resistem e que sustentam famílias em silêncio. Fernando Lopes captou algo atemporal.

Aquele Querido Mês de Agosto (2008)

Miguel Gomes filma uma família e um país — e a relação entre mãe, pai e filha surge com uma naturalidade que só o cinema documental consegue. Um retrato de Portugal rural que é, no fundo, um retrato de amor familiar.

Para ver em família (todas as idades)

Valente – A Indomável (Brave, 2012)

A Pixar a falar diretamente sobre a relação mãe-filha — com arcos, ursos e magia céltica. A Mérida e a sua mãe são o retrato de duas forças igualmente fortes que precisam de aprender a ouvir-se. Perfeito para ver com filhas de todas as idades.

Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017)

Porque as mães também são super-heroínas — e porque às vezes é bom lembrar isso com um filme em que a protagonista é imbatível, corajosa e completamente humana ao mesmo tempo.

Ratatui (Ratatouille, 2007)

Tecnicamente não é sobre mães. Mas é sobre paixão, sobre seguir o que te faz sentir viva, sobre não te conformares com o que os outros esperam de ti. Para as mães que têm um sonho que ainda não perseguiram.

Séries sobre Maternidade

Às vezes um filme não chega — e o que queres é entrar numa série que te acompanhe ao longo do fim de semana. Aqui ficam as melhores séries sobre maternidade, carreira e vida de mulher que tens mesmo de conhecer:

Supermães (Workin’ Moms, 2017–2023) ⭐ favorita da MAC

Uma série canadiana sobre quatro amigas que regressam ao trabalho após a licença de maternidade — e tentam conciliar ambição profissional, amamentação, culpa e identidade sem enlouquecer completamente. Honesta, hilariante e surpreendentemente emocionante. Tem 7 temporadas e cada episódio é uma catarse. Obrigatória.

Maid (2021)

Baseada na história real de Stephanie Land, esta mini-série acompanha uma mãe solteira que foge de uma relação abusiva e tenta reconstruir a vida a partir do zero, com a filha pequena ao colo. Margaret Qualley está extraordinária. É difícil de ver em alguns momentos — e impossível de parar. Uma das melhores séries sobre maternidade e sobrevivência já feitas.

Breeders (2020–2023)

Uma comédia dramática britânica sobre dois pais que adoram profundamente os filhos — e que por vezes gostariam que eles não existissem. Martin Freeman e Anna Maxwell Martin são brutalmente honestos sobre o amor e a raiva que coexistem na parentalidade real. Menos conhecida do que merece. Um achado.

All Her Fault (2025)

Uma série thriller de suspense com Sarah Lancashire que começa com o que parece ser um simples desaparecimento de uma criança e se transforma numa exploração sombria das pressões e julgamentos sobre as mães. Compulsiva, bem escrita e com um final que não esperavas.

Donas de Casa Desesperadas (Desperate Housewives, 2004–2012)

O clássico das clássicas. Elas tentam parecer que têm tudo sob controlo — e que escondem segredos imensos atrás das sebes perfeitamente aparadas do seu bairro. Felicity Huffman, Teri Hatcher, Marcia Cross e Eva Longoria criaram personagens que ficam para sempre. Para uma tarde de nostalgia e gargalhadas.

Big Little Lies (2017–2026)

Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley numa série sobre mães numa escola de elite da Califórnia — e sobre o que se esconde por baixo das aparências perfeitas. Visualmente deslumbrante, emocionalmente poderosa. A segunda temporada com Meryl Streep é igualmente imperdível.

Dead to Me (2019–2022)

Uma amizade improvável entre duas mulheres marcadas pelo luto — e pelos segredos que as ligam. Christina Applegate e Linda Cardellini têm uma química eléctrica. Três temporadas de comédia negra, reviravoltas e aquele tipo de amizade feminina que faz bem à alma ver.

Fleabag (2016–2019)

Tecnicamente não é sobre maternidade — mas é sobre ser mulher com toda a complexidade, a dor, o humor e a contradição que isso implica. Phoebe Waller-Bridge escreveu e interpretou dois episódios-piloto que valem por muitas temporadas. Vê e percebes. Uma das melhores séries dos últimos 20 anos, sem discussão.

Isto Somos Nós (This Is Us, 2016–2022)

Uma saga familiar que percorre três gerações e que sabe como poucos como falar de amor, perda, maternidade e identidade. Tem momentos de uma beleza emocional avassaladora. Para as mães que não têm medo de chorar de verdade.

O kit perfeito para a tarde de cinema

Para tornar a tarde ainda mais especial, aqui ficam os essenciais:

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Feliz Dia da Mãe — que seja passado exatamente como quiseres, com quem amas, a ver o que te apetece. 🧡

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